Sementes que promovem o desenvolvimento


38-Pataxó-Índio-foto fernando gomes

Sementes que promovem diversidade: Fenamilho integra diferentes povos

A cada edição, a Fenamilho Internacional se consolida como uma Feira multissetorial, abrangendo diversos segmentos como cultura, negócios, gastronomia, entretenimento e agricultura. São diversas as áreas e, como destaca o presidente da Feira, Bruno Hesse, “muitas mãos e corações” que fazem o evento acontecer. São mãos que vêm de Santo Ângelo, de todo o Brasil e de outros continentes, reforçando o caráter internacional da Feira e a diversidade de povos.

Residindo há quatro anos em Santo Ângelo, o colombiano Josué Prado trabalhou pela primeira vez na Fenamilho Internacional nesta edição. Ele é o responsável pela segurança do Pavilhão 3 e conta que se instalou no município por ter se casado com a gaúcha e santo-angelense, Rosamaria Basto da Silva. Com 56 anos, o colombiano já rodou países como Espanha, Estados Unidos e Alemanha, mas foi no Brasil que decidiu ficar nos últimos anos. Ele é morador do bairro Pippi, na capital das Missões.

Mohamed Sabry e Mahmound Elhawary vieram do Egito para se instalar no Brasil. Ambos visitaram o país tropical a e resolveram ficar para fazer negócios.  Eles são expositores do Pavilhão 3, com o espaço “Caravana do Marrocos” e comercializam doces com receitas marroquinas. Os expositores são representantes comerciais na região Sul da empresa instalada em Saquarema, no Rio de Janeiro. As receitas que comercializam despertam a atenção do público, afinal, são doces em forma de discos vendidos por quilo. Uma peça tem 25 quilos e a principal característica das receitas é conter mais leite e frutas no lugar do açúcar. É a primeira vez que os expositores mostram seus produtos na Fenamilho. Eles conheceram o evento pela internet e como fazem outras Feiras no Estado, descobriram a Fenamilho como uma nova oportunidade de negócios.

Também foi pela internet que o índio da Tribo Pataxó, Canduru Pataxó (que significa árvore), conheceu a Fenamilho Internacional. Ele, e sua jocana (esposa), Thiharrá (que significa flor), expõem os artesanatos que produzem em sua tribo no Pavilhão 2. Eles comercializam utensílios de cozinha, como tábuas e colheres de madeira provenientes de árvores nativas de sua Aldeia Coroa Vermelha, no sul da Bahia, distante 15 quilômetros de Porto Seguro.

35-Irmãos Marroquinos-Doces--foto fernando gomes 36-Colombiano-Guarda-foto fernando gomes




Comments are closed.

Voltar ao Topo ↑